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Streaming | Minhas impressões sobre Madame Teia estavam enganadas: ela não é má.

junho 24, 20245 Min. de Leitura


Está sendo muito comentado que Madame Teia é o pior filme de super-herói já feito, sendo inclusive a pior bilheteria desde a criação do MCU. Eu acabei perdendo nos cinemas e só fui assistir agora que estreou no MAX. Concordo que o filme é fraco e previsível, mas confesso que esperava algo pior. Não é pior do que Morbius ou Venom (apesar de muitas pessoas gostarem, eu não sou fã). O maior problema da história é que não se trata realmente de um filme de super-herói, e o roteiro apresenta várias falhas.

Cassandra Webb (Dakota Johnson) é uma paramédica que vive em Manhattan. Ela passa por uma experiência quase mortal e descobre ter poderes como clarividência. Atormentada por essas visões, Cassandra se envolve em um mistério que envolve três jovens que ela precisa salvar: Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Mattie Frank (Celeste O’Connor) e Anya Corazon (Izabela Merced). É nesse momento que esse grupo improvável precisa enfrentar uma figura mascarada e desvendar o passado de Cassandra, que guarda a chave para o futuro do multiverso.

Minha opinião

Vale ressaltar que Madame Teia é uma personagem dos quadrinhos que ajuda muito o Homem-Aranha. Essa é sua origem, e eu até achei legal incluírem algumas referências ao herói, como os personagens Mary e Ben Parker. Mas fico me perguntando por que não foram mais explícitos, mencionando até mesmo os nomes Tia May e Peter Parker. Talvez isso tenha ficado de fora na edição. Também gostei de rever Jill Hennessy, de uma série que eu adorava (Crossing Jordan), fazendo uma pequena participação como a mulher da ópera no começo do filme. Além disso, gostei bastante da recriação da época, que remete ao início dos anos 2000.

O filme, é claro, tem muitos problemas. O principal, evidentemente, é o roteiro. Tudo é mal feito e sem muita lógica. Há várias partes desnecessárias (como a viagem de Cassandra ao Peru ou o treinamento de CPR). As personagens das três jovens são mal desenvolvidas, o que é uma pena, especialmente considerando as boas atrizes que são Sydney Sweeney e Isabela Merced. O vilão interpretado por Tahar Rahim é como um vilão de desenho animado.

E, sinceramente, eu adoro a Dakota Johnson, acho ela linda e carismática. Mas obviamente ela não era a atriz certa para esse papel. Dakota tem uma personalidade muito forte e precisa de um diretor extremamente talentoso para tirá-la disso e, consequentemente, criar uma nova personagem. Isso não aconteceu aqui. Ela não está muito diferente de Cinquenta Tons de Cinza ou do chato Am I Ok? (que também está disponível no MAX).

E no final…

Além de tudo isso, há também o preconceito das pessoas com filmes de super-heróis estrelados por mulheres. Você já reparou como as pessoas têm um ódio especial por esses filmes? Madame Teia não é bom? Não, não é! Mas há coisas muito piores por aí. Eu assisti em casa sem grandes problemas, sem ficar irritada (como foi o caso de Am I Ok?). Então, foi uma surpresa positiva.


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Fotos: Reprodução, Divulgação, bloghollywood, Google

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